Síndromes respiratórias em crianças: como cuidar em casa e quando procurar hospital


No quadro Saúde em Dia, na Rádio Caturité, o médico Pablo Nunes, diretor do Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande, fez um alerta sobre o aumento das síndromes respiratórias, comuns nesta época do ano, e orientou pais e responsáveis sobre como identificar sinais leves e de gravidade nas crianças.

Segundo ele, sintomas como febre por menos de 72 horas, tosse leve, coriza e obstrução nasal podem ser acompanhados em casa, com hidratação, medicação sintomática e, em caso de dúvida, avaliação em uma unidade básica de saúde.

Por outro lado, sinais como febre persistente, dificuldade para respirar, uso da musculatura abdominal, batimento das asas do nariz, falta de apetite e recusa de líquidos indicam a necessidade de atendimento imediato em uma unidade de urgência e emergência.

O médico também reforçou a importância das medidas de prevenção, como higienização frequente das mãos, uso de álcool em gel, etiqueta respiratória e evitar que crianças doentes frequentem a escola, reduzindo a disseminação de vírus.

Além disso, destacou a importância de manter o calendário vacinal atualizado, especialmente diante da alta circulação de vírus respiratórios entre crianças, principalmente as menores de dois anos.

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